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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Eucaristia em Santa Susana – Landal integra cante alentejano e apela à construção da comunidade sob o ritmo do coração solidário

Na primeira passagem por terras da região Oeste, o Grupo Coral e Etnográfico Cubenses Amigos do Cante iniciou a Eucaristia dominical entoando o cante alentejano ‘O Bom Pastor’, em Santa Susana, freguesia de Landal, concelho de Caldas da Rainha, no passado 28 de janeiro. O padre José Gonçalves exortando os crentes à “construção” da comunidade sob “o ritmo do coração solidário”, valorizou a “força da partilha” dos que “entendem” que quando existe “uma necessidade maior”, fazem tudo para que a resposta seja sempre “presente”.

“Não tenhamos medo destas realidades, tenhamos medo sim em dizer mal dos outros, esse é o curto-circuito que fazemos ao bem comum”, afirmou, pedindo aos presentes para que o seu coração não se endureça, “não fique duro” aos gestos de paz, de verdade, fraternidade e de solidariedade.

Segundo o sacerdote, o primeiro cante entoado pelos habitantes de Cuba, que tem como refrão, ‘Cristo Senhor és o guia, o Bom Pastor que me conduz, a minha vida e a minha luz’, dá a todos os cristãos “força para caminhar no meio dos trambolhões da vida”. “Jesus Cristo é sem dúvida o nosso refúgio, fortaleza e amparo”, acrescentou.

Na homilia, o padre José Gonçalves disse que a liturgia daquele domingo evoca à temática da escuta e do escutar: ‘Se hoje ouvirdes a voz do Senhor, não fecheis os vossos corações’. Pedindo aos fiéis para serem “tutores da paz, da alegria e do abraço do perdão”, o responsável desejou que esta voz da verdade fique gravada no coração de cada um, faça história nas suas vidas e percurso de existência no mundo.

“A solidariedade é a maneira simpática e muito bonita como nós devemos crescer e viver em sociedade. A solidão não gera nada, o egoísmo ainda menos, o orgulho e a vaidade a todos nos desunem”, alertou.

Para o sacerdote é necessário saber escutar e memorizar a mensagem no coração, para que de “coração transformado”, se entenda cada vez mais a “dinâmica do bem”. “O mau feitio de dizer mal dos outros, o mau feitio de pensar coisas menos positivas, o mau feitio de só agarrarmos aos bens materiais, à fama, ao poder, aos privilégios; azedam na nossa relação humana”, frisou.

Lembrando as palavras do Papa Francisco, na sua recente intervenção, o padre José Gonçalves disse que a força do voluntariado é capaz de converter o mundo tão orgulhoso. “Dando bofetadas sem mão, os voluntários interrogam o mundo egoísta, que se dinamiza pelos interesses e bens”, reforçou.

O presbítero manifestou ainda que a Palavra de Deus “incomoda”, porque quem se agarra a ela tem de dar uma “grande volta à vida, tem de dar volta ao seu coração”.

“Muitas pessoas vivem ao abrigo da ganancia, da corrupção, em função dos interesses financeiros, na procura desmedida dos cargos e estatutos sociais, provocando tantas guerras, violência e conflitos; esses ainda não entenderam o que é a Palavra de Deus”, indicou.

Caracterizando as obras de misericórdia como “o verdadeiro tecido social e humano”, na convivência de uns para com os outros, o responsável pediu à comunidade paroquial para dar cada vez mais importância ao que “gera e constrói o verdadeiro edifício da verdade”.

No final da celebração eucarística, os Amigos do Cante louvaram a padroeira de Portugal, dedicando o seu cante a Santa Susana, a qual dá nome àquela pequena localidade da freguesia do Landal. Já no exterior, e perfilados na escadaria da capela, o grupo convidou os cristãos a ouvir e a meditar o tradicional ‘Cante ao Menino’. Três cânticos religiosos entoados pelo grupo alentejano, que suscitou na comunidade paroquial, o gosto por esta tradição polifónica, fomentando o silêncio e o auxílio na interiorização das suas preces.

O dia “grande” vivido em comunidade, foi marcado também por um almoço solidário, que reverteu fundos para a reconstrução da residência paroquial, recentemente consumida pelo fogo, ao desalojar este pároco das paróquias de A-dos-Francos, Landal e São Gregório do Patriarcado de Lisboa.

Em declarações ao Comércio & Notícias, o padre José Gonçalves disse que a liturgia hoje tem espaço para todas as vozes e deve promover, “com abertura suficiente”, todas as tradições musicais do nosso país.

A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) elegeu o Cante alentejano como Património Imaterial da Humanidade em 2014. No entender deste sacerdote, se o Cante encanta multidões e tem elevo junto da comunidade internacional, também a Igreja Católica deve acolher o seu cantar no aspecto litúrgico, da mesma forma como já acontece com o Fado.

“Se não tiver lugar, considero que a liturgia escapa aquilo que são as pessoas, no fundo é também para as pessoas e não só para Deus. Nós precisamos da liturgia para crescer na fé, para crescer na alegria, para crescer na fraternidade, conforme Deus nos aconselha”, alertou.

O pároco clarificou que não se pretende cantar canções extra religiosas, mas sim cânticos que são “expressão de um povo”, mesmo a nível cristão, que ao longo da sua história se tornou presente com letras e músicas; “esse mesmo sentido é o palpitar da fé”.

Ao Comércio & Notícias, o padre José Gonçalves revelou ainda que foi com “emoção e imensa alegria” que ouviu o Cante dedicado a Nossa Senhora, com adaptação da letra, evocando também Santa Susana. “Fiquei comovido perante o cantar desta gente que apesar de tudo, gente já idosa, com dores no corpo e alguns achaques, mas que cantaram de uma maneira tão sublime e tão encantadora, que até nos inspira tanta espiritualidade”, confessou, lembrando que o ditado popular ‘cantar é rezar duas vezes’ continua bem presente e “ajuda-nos a interiorizar mais a sua palavra”.


João Polónia/Comércio & Notícias (texto e fotos)

(notícia João Polónia publicada no Comércio & Notícias a 1 de fevereiro de 2018)

http://comercioenoticias.pt/2018/02/01/eucaristia-em-santa-susana-landal-integra-cante-alentejano-e-apela-a-construcao-da-comunidade-sob-o-ritmo-do-coracao-solidario/


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Nazaré: Cardeal-Patriarca exorta comunidade paroquial de Famalicão a fazer da igreja “morada de Cristo para muita gente”

D. Manuel Clemente pediu aos paroquianos de Famalicão, na Nazaré, que a sua casa de oração seja “morada de Cristo para muita gente”. Na Eucaristia comemorativa dos 50 anos da construção da igreja paroquial e sagração do altar novo, no passado 14 de janeiro, o Cardeal-Patriarca garantiu que a evangelização acontece, porque quem tem uma experiência forte de Cristo, alimentada pela palavra e sacramentos, “não é capaz de a calar, oferece-a aos outros”.

“Para esta igreja paroquial de Famalicão, onde através do acolhimento que se faça, onde através da Palavra de Deus que se proclama, onde através da catequese e dos sacramentos, onde através de tudo seja a morada de Cristo para muita gente”, expressou D. Manuel Clemente, manifestando a sua “alegria” por presidir à celebração. No segundo contacto com a comunidade paroquial, este ano pastoral, o responsável lembrou ainda as “boas e gratas recordações” vividas nesta paróquia, em diversas passagens ao longo da sua vida sacerdotal e episcopal.

O Cardeal-Patriarca deu os parabéns ao padre Manuel Borges, que era o pároco na altura, e também “a todos os que aqui estão e os que já cá estavam e que ajudaram a erguer esta igreja”, nesta paróquia da Vigararia de Alcobaça/Nazaré, presentemente cuidada ao prior Paolo Lagatta, e ao seu coadjutor Salvatore Forte, ambos jovens sacerdotes italianos.

Testemunhado na primeira pessoa, o padre Manuel Borges recordou os tempos de pároco e explicou que há 50 anos a igreja passou de reconstrução para construção. “Quando começamos a obra para reconstruir, percebemos que não tinha capacidade, e então num mês, o secretariado do Patriarcado de Lisboa fez um novo projeto para construir a nova igreja, ficou apenas a torre que ainda se mantém, todo o resto é novo”, manifestou. Lembrando “o esforço maravilhoso” da comunidade e população da localidade, o sacerdote revelou que os 12 anos ao serviço das paróquias de Famalicão e de Alfeizerão, representaram “as experiências mais bonitas” da sua vida. O padre Borges recordando com saudade, agradeceu a todos, de modo particular aos que já partiram, e suas famílias, no auxílio da edificação da nova casa, “que ainda hoje se mantém acolhedora”.

D. Manuel Clemente foi recebido no adro da igreja em ‘guarda de honra’ pelos escuteiros e acólitos, descerrou uma placa comemorativa dos 50 anos da dedicação daquele templo, e deixou uma mensagem no livro de honra. O Cardeal-Patriarca de Lisboa recebeu ainda a oferta de uma Imagem de Nossa Senhora da Vitória, criada por uma artesã local.


“Pedir a Deus o dom da comunhão, para que todos nos tornássemos pedras vivas da Igreja do Senhor”

Em declarações ao Comércio & Notícias, o pároco Paolo Lagatta disse que a celebração dos 50 anos serviu para dar uma oportunidade à comunidade paroquial de se “entender novamente sob o espírito da comunhão”.

“De fato, antes de celebrar um acontecimento exterior, na medida que faz referência às obras de construção da igreja, foi importante um olhar mais interior: pedir a Deus o dom da comunhão, para que todos nos tornássemos pedras vivas da Igreja do Senhor”, sublinhou.

Paolo Lagatta revelou que recebeu “com grande alegria e surpresa” a presença do Cardeal-Patriarca D. Manuel Clemente nesta celebração, sendo que já tinha estado na tomada de posse, em setembro. Também importante, para o jovem presbítero, foi “a presença e o testemunho” do padre jubilado da Diocese de Santarém, Manuel Borges, pároco de Famalicão na altura da construção da igreja.

“Foi muito graças à generosidade do povo, que com muitos esforços e donativos, concluíram o projeto. Era conhecida a «campanha do ovo» onde cada família oferecia um ovo por semana para ser vendido de modo a angariar fundos para a construção”, realçou.

O jovem italiano caracterizou o dia festivo como um momento importante, evidenciando três razões ao Comércio & Notícias.

A primeira, para dar graças a Deus, e celebrar a missa como ponto alto. “A Eucaristia é precisamente esta resposta do homem à intervenção de Deus na história que salva. Ação de graças porque Deus suscitou ao longo dos tempos a fé, que se mantém hoje como testemunho visível da paróquia”, declarou.

“A importância de fazer memória, sem a qual, no dizer do Papa Francisco, perdemos a nossa identidade cristã”. Neste sentido, a paróquia criou uma exposição temática evocativa dos 50 anos da igreja, no centro pastoral, intitulada ‘nós somos as pedras vivas’. Este espólio reúne documentos, alfaias e imagens sagradas, divididas por várias áreas, desde do batismo, sacramento de iniciação cristã (com particular destaque à pia batismal), até à Eucaristia, “fonte e cume de toda a vida”, com uma reconstrução do altar antigo da igreja primitiva. Nesta exposição também se pode consultar arquivos históricos e sobretudo fotografias, concedidas pela população local.

Por último, o pároco explicou que a Páscoa de Jesus Cristo, da qual “o Evangelho é testemunha”, não é uma realidade “estática”, mas “dinâmica”, “pelo que não consideramos este momento como um ponto de chegada, mas como um novo ponto de partida, para que sempre e com mais vigor, o anúncio da Boa Nova possa chegar mais longe e faça da comunidade paroquial as pedras vivas, edificadas como Casa espiritual”.


João Polónia/Comércio & Notícias (texto)

(notícia João Polónia publicada no Comércio & Notícias a 26 de janeiro de 2018)


fotos - Paróquia Nossa Senhora da Vitória de Famalicão


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Eucaristia de abertura da Visita Pastoral à Vigararia de Torres Vedras evoca ao anúncio de Cristo “que ninguém consegue calar”

O Cardeal-Patriarca sustentou que “ninguém é capaz de calar” uma “experiência viva” de Cristo, que se “desencadeia e transmite”, levando os crentes a assumir a sua identidade na Igreja e no mundo. Na Eucaristia de abertura da Visita Pastoral à Vigararia de Torres Vedras, sob um programa “simples e belo”, D. Manuel Clemente exortou os cristãos das vinte paróquias da vigararia, a anunciar e testemunhar Jesus, “reconhecendo-se a si próprio”, contagiando a sua “vida à partilha”.

Recordando que no tempo dos primeiros séculos do cristianismo, demorou a que houvesse “autorização oficial para ser cristão”, o Patriarca de Lisboa lembrou que passados três séculos daquele império romano, quando as realidades começaram a acontecer, ainda assim, “ninguém os calou”.

“Nós aqui estamos muito bem, pudera, não havíamos de estar bem em Torres Vedras”, manifestou o torriense D. Manuel Clemente.

Também neste domingo, 14 de janeiro, o Papa Francisco instituiu o Dia Mundial do Migrante e Refugiado. Para o Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, hoje em dia no mundo inteiro, existem cada vez mais cristãos a serem submetidos a diversas formas de perseguição. “Neste momento e dia, tantos irmãos nossos que arriscam a vida, mas arriscam mesmo, para se reunirem em alguma casa, quer para celebrarem a Eucaristia, como para transmitirem a sua palavra e o evangelho”, sublinhou.

Cada uma das paróquias desta vigararia, “transporta, em cada um, tanta coisa difícil, tanta coisa pesada e alheia, que espera redenção”. Segundo o responsável da Diocese de Lisboa é através do exemplo de Jesus Cristo “que nos faz viver de outra maneira”, e de uma “paz profunda”, que a reconciliação pode acontecer entre cristãos, utilizando toda a atividade evangelizadora e catequética.

Depois da ressurreição de Jesus Cristo, quando a história da Igreja o recomeça, o Cardeal-Patriarca pede a cada igreja e a cada uma das comunidades, que saibam responder sempre, “não temos ouro nem prata para dar, temos o nome e a pessoa de Jesus“. Que todo o ato catequético, palestra e conversa, pregação, homilia, em igrejas paroquiais e nas outras “igrejas domésticas” de cada família cristã, “se anuncie Jesus”, apelou.

Numa homilia espontânea e próxima, diante os seus conterrâneos, no Centro Pastoral de Torres Vedras, D. Manuel Clemente partilhou um episódio pessoal. “Reencontrei há tempos aqui um colega do meu grupo de catequese, nos anos 50, e perguntei-lhe se ele continuava a ir à missa; ele respondeu-me que sim, porque ‘com Jesus a conversa nunca mais acaba’”, revelou, justificando que as palavras dadas à sua questão, são hoje “teologia boa”.

“Às vezes contrista-me, eu próprio, e às vezes também, como nós passamos assim tão ao lado dos sinais da presença viva de Cristo ressuscitado nas nossas igrejas, distraídos ao sacrário e à palavra. É como acontece na nossa vida, os outros estão, mas se nós não dermos por eles, é como se não estivessem”, declarou.

“Os gestos simples representam a sua figura, que acolhe, que reconcilia, que consagra. Que o silêncio acolha, respeite, e tudo o que nós façamos convirja para Cristo; e depois a partir dele se aplique como uma companhia e uma presença demorada”, acrescentou, lembrando a azafama desmedida de muitas pessoas, na procura “de tantas coisas complicadas, para fazer o que deveria ser tão simples”.

Foi “a partir de Deus” e com dicas simples e práticas, que o Patriarca de Lisboa e seus Bispos Auxiliares, D. Joaquim Mendes e D. Nuno Brás, começaram a Visita Pastoral à Vigararia de Torres Vedras. Reunindo o clero, conselhos pastorais e comissões das igrejas das 20 paróquias, que compõem esta vigararia, a Eucaristia de abertura, participada pelos paroquianos, marcou a primeira ação do evento, que decorrerá até 11 de março, com o tema ‘Palavra e Missão’.

“Quando nós voltarmos a encontrar, daqui a dois meses, na conclusão desta visita pastoral, certamente, nestas palavras que vivemos e nas experiências que vamos tocando, tudo isto terá mais preenchimento nas nossas vidas, e muito fruto da tal Nova Evangelização, que tanta gente está à espera”, concluiu D. Manuel Clemente.


João Polónia/Comércio & Notícias (texto e fotos)

(notícia João Polónia publicada no Comércio & Notícias a 18 de janeiro de 2018)

http://comercioenoticias.pt/2018/01/18/eucaristia-de-abertura-da-visita-pastoral-a-vigararia-de-torres-vedras-evoca-ao-anuncio-de-cristo-que-ninguem-consegue-calar/


sábado, 9 de dezembro de 2017

Eucaristia dos Bombeiros Voluntários de Rio Maior na celebração dos seus 125 anos

Na Solenidade da Imaculada Conceição, feriado em Portugal, a 8 de dezembro, os Bombeiros Voluntários de Rio Maior participaram na missa paroquial, em ação de graças pelo 125º aniversário de associação humanitária. Os soldados da paz consagraram à padroeira o seu serviço, lembrando “todos aqueles que perderam as suas vidas e os seus bens, naquele que consideramos ter sido o pior ano em incêndios florestais”. “São 125 anos de história, marcados pela solidariedade e amor ao próximo, independentemente de crenças, rostos de pele, grandezas e estatutos sociais”, sustentou o comandante Paulo Cardoso.

Durante a consagração desta Eucaristia na igreja matriz, ressoou o toque de continência entoado por alguns elementos da fanfarra dos bombeiros. No momento solene foram recordados os falecidos do mundo inteiro, as vítimas dos incêndios, os pobres, os doentes, os presos, os desempregados, os que não encontram ninguém que os acolham e os amem.

No final da celebração, o pároco frei Paolo Beretta revelou que o gesto musical proporcionado pela fanfarra provocou uma “expulsão de vida nova”, e exortou os crentes a interceder a proteção de Nossa Senhora, continuando a olhar para Maria como “modelo de santidade, de acolhimento e de serviço”. “Que neste tempo de Advento, Aquela que gerou a vida, possa permitir a cada um de nós, gerar a vida do seu filho Jesus”.

Ao celebrar o dia de Nossa Senhora da Conceição, e por aquele dia repleto de simbolismo, outrora caracterizado como dia da mãe e da família, Isaura Morais, presidente da Câmara Municipal de Rio Maior, numa breve mensagem, dirigiu palavras de agradecimento aos familiares de todos os bombeiros e bombeiras, pelo sacrifício das suas vidas no auxilio ao próximo, lembrando corpos sociais e fanfarra.

“Neste dia dos 125 anos desejo à Associação Humanitária Bombeiros Voluntários de Rio Maior muitos e felizes anos de vida. Sem dúvida que a farda é bela e única, como tão bela é a nossa fanfarra, que aqui hoje nos encantou com a sua atuação musical”, afirmou.

“Sabemos que este ano está marcado nas nossas memórias no que toca aos incêndios, mas enalteço também, o serviço prestado no socorro, no transporte de doentes e no auxílio à nossa comunidade”, sublinhou a autarca, lembrando a representação que faz na área da proteção civil, no contacto próximo com a população.


João Polónia / Comércio & Notícias



quarta-feira, 28 de junho de 2017

Crianças do Centro Social Paroquial recebem diplomas em Eucaristia

https://www.joaopolonia.com/noticias/caldasdarainha/criancas-do-centro-social-paroquial-recebem-diplomas-em-eucaristia/